30 de ago de 2015

[EU ESCRITOR] Incredible weekend




Este fim de semana foi cheio de coisas legais!! No sábado estive em Florianópolis para o evento do Alumni Day 2015 em comemoração do Dia Nacional do Voluntariado , o 1º Festival Cultural Mãos para me ouvir, o qual você poderá ler meu relado em algumas linhas.. No domingo tivemos Conferência do Ramo e aprendi mais sobre a importância de ser autossuficiente do sentido de andar com minha própria luz.. Just awesome.

Sobre o evento:
“Para mim a experiência foi pessoalmente muito interessante. Como faço parte da Alumni SC Association estive envolvido desde que a ideia do evento surgiu e fui o responsável pela publicidade do evento. Primeiramente aprendi muito sobre a força do networking ao procurar por parceiros e jornalistas para cobrir o evento e também aprendi que nós, jovens, podemos organizar eventos de certa forma grandes, com baixo custo e alto impacto na comunidade onde vivemos, este é o segundo USBEAlumni Day que realizamos como associação catarinense, no ano passado realizamos o evento na CasaLar Emaús e fizemos uma reforma com aproximadamente 40 voluntários que nos ajudaram nas mais diversas ações desde pintar o meio fio ao arrancar a grama do campinho de futebol para plantar nova. Este ano decidimos transcender esta linha, queríamos agir mas pensando em inclusão e outros temas relacionados, nosso Líder Alumni Israel e sua irmã Fabíola tiveram a ideia de incluir a comunidade surda na nossa ação, independentemente do que fosse - como ela havia, recentemente, criado sua Startup a Signa já tinha ficado pronta para nos ajudar em qualquer coisa; então foi decidido que teríamos um festival cultural para celebrar e conhecer melhor a cultura surda e promover de fato a inclusão, realizando um evento 100% acessível para surdos e ouvintes. O evento começou muito antes do dia 29! No dia 29 logo cedo cheguei na rodoviária e encontrei mas dois alumni que estavam lá aguardando também, esperamos juntos o voluntário Max que buscou os que chegaram no aeroporto e também a nós. Logo antes das 9h já estávamos no CEEL começando a organização das coisas e recebemos as instruções dos colaboradores da FIESC que cuidam do espaço físico do CEEL. Montamos os stands, fizemos os cartazes, flechas de sinalização e tudo mais. Tivemos um pequeno workshop de LIBRAS aprendendo mais sobre esta língua, que é a segunda língua oficial do Brasil. Aprendemos alguns sinais como “Oi, tudo bem?”; “Seja bem-vindo ao Festival”; “Obrigado”; “Aproveite!”, “O banheiro é por ali”; desde o início achei que seria uma ótima experiência mas foi muito mais do que eu esperava, o evento logo começou e fui um dos voluntários que ficou na porta recepcionando os participantes juntos de uma intérprete entregando o cronograma do evento e dando as instruções sobre os workshops que aconteceriam simultaneamente e que seria necessários se inscrever naqueles que queriam participar. Logo mais às 14h começamos oficialmente com o Israel nosso líder alumni que se emocionou ao falar sobre seu pai surdo e sobre importância disso na vida dele; em seguida a presidente da Associação dos Surdos de Florinópolis fez uma fala compartilhando sobre a importância de eventos assim para a comunidade - os próximos fomos eu e o André Luiz - Eu falei em português com intérprete e ele em LIBRAS; foi muito legal pois deu para perceber que realmente acreditamos em inclusão e fazemos isso, nós apresentamos o Movimento A Indústria pela Educação, a FIESC, a Conexão Jovem e nossos objetivos; também falei sobre o projeto para o ano que vem do ‘Eu Voluntário: Deixando meu legado’. Em seguida começamos com apresentações, palestras, workshops, brincadeiras e fotos com a Turma do Batman e muitas outras coisas que se incluiam na programação. Uma das coisas que aprendemos de manhã, no treinamento dos voluntários, era que deveríamos usar nosso corpo e expressão facial que mesmo não sabendo o sinal os surdos iriam nos entender e de fato isso foi muito interessante e aconteceu, nós sinalizávamos as coisas e eramos compreendidos, pessoalmente isso foi muito enriquecedor para mim por entender LIBRAS como uma língua realmente e vendo que existe uma comunidade forte que precisa ser incluída mais e mais em nossas ações e projetos, eles são muitos e tem opinião e ‘voz’. Só tenho a agradecer pela possibilidade de participar e organizar este evento de engrandecimento pessoal inigualável. ”