30 de ago de 2011

É possivel o progresso e a preservação ambiental conviverem pacificamente ? Tarefa 1 - Desafio do Conhecimento 2.0 - 2011

Santa Catarina possui um importante parque industrial que é bastante diversificada, tendo um potencial para cada região ocupando posição de destaque no Brasil. A indústria de transformação catarinense é a quarta do país em quantidade de empresas e a quinta em número de trabalhadores. Os segmentos de artigos do vestuário e alimentar são os que mais empregam, seguindo-se dos artigos têxteis. As principais atividades economicas são a agricultura, a pecuária, a pesca, o turismo, o extrativismo e a indústria. O estado de Santa Catarina é o maior exportador de frango e de carne suína do Brasil, sendo a Sadia e a Perdigão, Hoje BRF. A economia industrial de Santa Catarina é caracterizada pela concentração em diversos polos, o que confere ao estado padrões de desenvolvimento equilibrado entre suas regiões: cerâmico, carvão, vestuário e descartáveis plásticos no Sul; alimentar e móveis no Oeste; têxtil, vestuário e cristal no Vale do Itajaí; metalurgia, máquinas e equipamentos, material elétrico, autopeças, plástico, confecções e mobiliário no Norte; madeireiro na região Serrana e tecnológico na Capital. Embora haja essa concentração por região, muitos municípios estão desenvolvendo vocações diferenciadas, fortalecendo vários segmentos de atividade.


O PIB catarinense é o sétimo do Brasil, registrando, em 2007, R$ 104,6 bilhões. As estimativas preliminares para 2008 são de R$ 119,0 bilhões. O setor secundário participa com 35,7%, o setor terciário com 57,1% e o primário com 7,2%. Dentro do setor secundário, a participação da indústria de transformação é de 24,2%, de acordo com a nova metadologia de cálculo do IBGE.

No estado estão situadas importantes indústrias, algumas com destaque na América Latina e outras no mundo. Santa Catarina é líder na América Latina em produção de cerâmica e porcelanas de mesa, copos e taças de cristais, elementos de fixação (parafusos, porcas), blocos e cabeçotes para motor, máquinas para desdobramento de madeira; impulsores de partida, mancais e polias para veículos, matrizes e pulsões para indústria cerâmica, compressores de pistão, fitas elásticas e fitas rígidas; motores, geradores e transformadores elétricos, portas de madeira e camisetas de malha.

Além da liderança no mercado nacional dos produtos citados no parágrafo anterior, Santa Catarina ocupa primeira posição no Brasil na fabricação de cerâmica para revestimento; eletroferragens galvanizadas a fogo para distribuição de energia elétrica, telefonia e tv a cabo; centrais telefônicas e telefones (convencionais e sem fio); softwares para o segmento de projetos prediais, gestão (ERP), soluções para o setor têxtil, soluções para gerenciamento de filas em bancos; embalagens para adubo, fertilizante, cal/calcário e argamassa, chapéus femininos linha praia, dentre outros. É o maior produtor de suínos, pescados e industrializados de carnes (derivados de frango, suínos e bovinos) do Brasil.

De janeiro a dezembro de 2009, as exportações catarinenses alcançaram o valor acumulado de US$ 6,4 bilhões, o que significa um decréscimo de 22,66% em relação ao ano anterior. Os valores exportados por Santa Catarina corresponderam a 4,20% das exportações brasileiras. Ocupamos a décima colocação no ranking nacional. Os principais mercados de destino dos produtos catarinenses em 2009 foram Estados Unidos (11,6%), Países Baixos-Holanda (8,19%), Argentina (6,37%) e Japão (4,91). Os principais centros industriais de Santa Catarina são Joinville e Blumenau.

O estado possui uma forte estrutura portuária, por onde escoa grande parte da produção: portos de Itajaí, São Francisco do Sul, Imbituba e Navegantes. O porto de Laguna atua voltado à pesca. Além desses, entrará em operação o porto de Itapoá, agregando maior valor logístico à nossa região. de cerâmica de revestimento do Brasil. O estado de Santa Catarina também lidera, no país, a produção de louças e cristais.

A Atividade Esconômica escolhida pela minha equipe foi a madeireira. Optamos por esta atividade por morar no oeste do estado, e minha cidade Caçador, ser beneficiada por está atividade. Sendo assim cresci ouvindo o nome de empresas a muito, fixadas aqui, e a sua importante empregabilidade para a região. Em minha cidade, podemos citar empresas com a Adami S.A., Primo Tedesco, Frame port, Rotta Madeiras, Madepinos, Poleto, Paliteira, Salamoni, Casa Grande, Comazzeto, entretanto não podemos deixar de reconhecer que além da geração de centenas de empregos, as mesmas, em prol do progresso agridem as vezes de forma irreversivel nosso ambiente. Conversamos com o Profissional na area de marcenaria, Ronaldo Gilberto Vençoni, e a profª de Geografia, Ana Carla Klaus, em depoimento para o MeuKlausBlog, defendendo suas profissões e crenças, levantaram as questões de agressão à natureza, pois além do desmatamento, um grande problema decorrente é o “reflorestamento” com pinus, que não é uma vegetação nativa regional, o que causa reações instantâneas, como no caso, a seca das áreas onde são plantados. Entretanto concordaram com o fato de que para continuarmos progredindo, necessitamos da madeira, principal matéria-prima para o marceneiro e para muitos outros colaboradores da cidade. Concordaram também que a sustentabilidade é a melhor maneira de alcançar tal objetivo, pois, se realizada de forma adequada, manterá os empregos da população tal como a matéria-prima para as gerações futuras e ainda, conservará o meio ambiente, essencial à preservação da vida animal e vegetal.
Endereço eletrônico: http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_de_Santa_Catarina, acessado em 30/08/2011;
Endereço eletrônico: http://www2.fiescnet.com.br/web/pt/site_topo/pei/info/santa-catarina-industrial, acessado em 30/08/2011;

Em depoimento para o MeuKlausBlog, o profissional marceneiro, Ronaldo Gilberto Vençoni e a Professora de Geografia Ana Carla Klaus, citaram diversas vezes o desenvolvimento sustentavel, e as reações, que como profissionais percebem diáriamente, como por exemplo o falso "reflorestamento" de pinus que não é árvore nativa, e provoca problemas a longo prazo como a extinção de vida ao redos das arvores e ressecamento da terra a curto prazo, e a sutentábilidade na relação entre algumas empresas, apoiando ONG's, fazendo um plano de corte, e projetos de meio-ambiente.

Claudio Antonio Klaus Junior - Equipe Let's Geration Y 2.0